Participação familiar é fundamental na reabilitação física de pacientes

Participação familiar é fundamental na reabilitação física de pacientes

Participação familiar é fundamental na reabilitação física de pacientes

É cientificamente comprovado que o acompanhamento dos pais no processo de reabilitação física dos pacientes é fundamental para o sucesso do programa terapêutico. Com isso, o Centro de Reabilitação Nossa Senhora de Lourdes (CRNSL) começou a incentivar uma maior participação das famílias nos atendimentos.

O primeiro momento entre pais e pacientes aconteceu durante uma sessão de hidroterapia, na qual os familiares entraram na água para conhecer mais de perto o método de tratamento que seus filhos recebem na fisioterapia do CRNSL.

Na ocasião, o fisioterapeuta Calimério Neto explicou sobre o desenvolvimento dos quadros clínicos e como acontece o tratamento dentro da água. Os pais puderam aprender alguns dos exercícios com os filhos e inclusive auxiliá-los nas tarefas designadas pelo terapeuta.

Segundo Calimério, a experiência foi bastante gratificante e há previsão de novas sessões participativas nos próximos meses. “O intuito é fazer com que os pais participem mais do processo terapêutico tanto aqui dentro da instituição como em suas casas, pois sabemos que para o tratamento ser completo necessitamos dessa integração entre família e equipe profissional”, pontuou.

Ainda de acordo com o fisioterapeuta, quando bem informados, os pais são capazes de executar breves séries de exercícios em casa diariamente. “Com a participação e o comprometimento dos familiares nesse processo, é possível estimular positivamente o paciente e até mesmo fazer com que a recuperação seja mais rápida”, explicou.

No entanto, Calimério aconselha que momentos como este devem ser planejados de acordo com o perfil do paciente. “Cada pessoa é única e, por isso, o trabalho deve ser individualizado”, lembrou.

A  mãe da pequena Maíra, de 7 anos e paciente do CRNSL desde agosto, Tanara Bringel, participou do momento e recebeu orientações sobre como deveria incentivar a filha em casa com atividades simples e rotineiras, como levantar o braço esquerdo, em vez de sempre o direito, para pegar algum objeto, por exemplo.

“Entendo como são importantes todas informações passadas, as reflexões sobre o papel da família no processo de reabilitação e que a relação do terapeuta com os familiares deve ser sempre de cooperação. Nós, pais, precisamos estar sempre juntos e, para que o tratamento tenha sucesso, devemos participar ativamente”, ressaltou Tanara.

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