INSL se posiciona contra decreto que extingue reserva na Amazônia do presidente Michel Temer

INSL se posiciona contra decreto que extingue reserva na Amazônia do presidente Michel Temer

INSL se posiciona contra decreto que extingue reserva na Amazônia do presidente Michel Temer

Com o objetivo de somar forças a todas as vozes que se manifestam contra o novo decreto do presidente da república Michel Temer sobre a extinção da Reserva Natural do Cobre e Associados (Renca) e a possibilidade de exploração indevida por grupos estrangeiros da Amazônia, o  Instituto Nossa Senhora de Lourdes se posiciona CONTRA esta determinação e convida pacientes, familiares, amigos, terapeutas e o público em geral para juntos impedirmos que reservas florestais e populações tradicionais sejam prejudicadas e até extintas.

Se você pensa como nós, assine a petição criada pelo Greenpeace e impeça esse retrocesso.

ATENÇÃO: hoje é o ÚLTIMO DIA para participar da petição. NÃO PERCA TEMPO!


Saiba mais sobre o assunto com o texto publicado pelo Greenpeace no site oficial da petição:

Em mais um passo para exterminar a Amazônia, o presidente Michel Temer acabou, por decreto, com a Reserva Nacional de Cobre e seus Associados (Renca) – uma área do tamanho do estado do Espírito Santo, rica em ouro e outros minérios na divisa do Amapá com o Pará. A consequência direta será colocar em risco a proteção da floresta e das populações indígenas da região.

Sobrepostas aos 4,7 milhões de hectares da Renca existem também nove áreas protegidas: sete unidades de conservação e duas terras indígenas. A medida vai acelerar a chegada da mineração em áreas de floresta com alto valor para conservação e deixar a região aberta ao avanço do desmatamento e da grilagem de terras na Amazônia.

É o momento de parar com a pilhagem e extermínio da Amazônia! Vamos juntar nossas vozes para deixar claro que não aceitamos os planos do governo para a região. Assine a petição e envie uma mensagem para pressionar o presidente agora!

O decreto da Renca comprova que o governo Temer não tem o menor interesse de dialogar com a sociedade, de ouvir as pessoas que vivem e tiram seu sustento da região – povos indígenas, extrativistas e pequenos agricultores. A decisão também deixa claro o plano do governo para a Amazônia: passar florestas públicas para a iniciativa privada, abrir novas fronteiras para mineração e petróleo e criar infraestrutura para escoar toda a produção.

Não aceitamos:

  • o enfraquecimento do licenciamento ambiental e da fiscalização sobre a mineração;
  • a ocupação de terras públicas de alto valor ambiental;
  • a anistia a crimes ambientais;
  • o ataque a direitos trabalhistas e sociais de populações camponesas e de trabalhadores rurais;
  • o não reconhecimento e demarcação de terras indígenas e quilombolas.

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