Fratura em crianças: como prevenir e tratar a quarta lesão mais frequente na fase infantil

Fratura em crianças: como prevenir e tratar a quarta lesão mais frequente na fase infantil

Fratura em crianças: como prevenir e tratar a quarta lesão mais frequente na fase infantil

Quebrar um osso é uma situação relativamente comum, que pode acontecer com qualquer pessoa. No entanto, quando se trata de crianças, a probabilidade aumenta consideravelmente. Isso acontece porque as fraturas nessa fase são a quarta lesão mais comum, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Os acidentes podem ocorrer em diversos lugares, inclusive, dentro de casa. De acordo com Calimério Neto, fisioterapeuta do Centro de Reabilitação Nossa Senhora de Lourdes (CRNSL), as fraturas em crianças são recorrentes, mas nem sempre facilmente detectadas. “É necessário ficar atento a sintomas como dor intensa, inchaço, dificuldade de se mexer e manchas roxas, o que pode indicar uma fratura interna”, explicou.

Ainda segundo o fisioterapeuta, em casos mais graves, é possível perceber uma deformidade no local, como um desvio no osso que antes era reto ou até mesmo enxergar o osso perfurando a pele, o que indica uma fratura exposta.

Tratamento

As lesões mais comuns em crianças são nos membros superiores, como mãos, punho, antebraço e cotovelo. Nos membros inferiores, a mais frequente é a fratura de fêmur, que causa dor e impossibilidade de andar.

Em casos de fraturas, o procedimento inicial mais comum é a imobilização com um gesso ou mesmo uma tala, com tempo de uso que varia muito, de semanas a meses, conforme avaliação do ortopedista. Caso haja um desvio do osso, pode ser necessário colocá-lo no lugar, não havendo necessidade de cirurgia, que só será necessária em casos de fratura exposta, devido à gravidade e aos riscos que elas podem causar para o membro, além de possíveis infecções.

Fisioterapia pode ajudar

O tratamento fisioterápico pode ser necessário para minimizar o trauma da criança, que tenderá a não movimentar mais o membro antes intacto. De acordo com Calimério Neto, as seções consistem em estimulação dos movimentos do local que foi fraturado. “A fisioterapia é parte fundamental para que a criança se desenvolva sem sequelas futuras ou que essas sejam as menores possíveis”, afirmou.

Segundo ele, no entanto, o tratamento só pode ser iniciado após a liberação médica, que irá depender do grau da fratura e da recuperação do paciente.

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