A importância do atendimento domiciliar como complemento nos tratamentos de reabilitação

A importância do atendimento domiciliar como complemento nos tratamentos de reabilitação

A importância do atendimento domiciliar como complemento nos tratamentos de reabilitação

Pensando em otimizar o processo de reabilitação, a equipe integrada do Centro de Reabilitação Nossa Senhora de Lourdes (CRNSL), composta por fisioterapeutas, psicóloga e terapeuta ocupacional, realizou na última sexta-feira (27) uma visita domiciliar ao paciente Mauro, 36 anos, que há mais de sete anos sofreu um acidente que lesionou sua coluna vertebral e faz tratamento no CRNSL.

Atendimento domiciliar crnsl (1)ATENDIMENTO DOMICILIAR: QUAL SUA IMPORTÂNCIA?

Estudos indicam que o atendimento domiciliar proporciona a ampliação da autonomia do paciente, uma vez que, dentro do possível e com a presença dos entes mais próximos, ele pode retomar as atividades de sua rotina. De acordo com a terapeuta ocupacional Talita Nascimento, o objetivo da intervenção é analisar o convívio familiar para que os problemas pessoais não afetem o tratamento do paciente.

“A visita domiciliar visa prestar um auxílio educativo e assistencial no âmbito do lar. É através dela que fazemos um levantamento e uma avaliação das condições socioeconômicas em que vivem o indivíduo e seus familiares, elaborando assim uma assistência específica para cada caso”, explica Talita.

Para a fisioterapeuta Thelma Caldeira, no atendimento domiciliar os profissionais criam um vínculo maior com o paciente. “Você entra na casa da pessoa, conhece sua realidade e vê o progresso do paciente, além de pensar em alternativas de tratamento com o que o ele possui em casa”, conta.

Atendimento domiciliar crnsl (2)

EM CASA

É fundamental verificar como é o ambiente e as mudanças que podem ajudar no tratamento do paciente. “Vejo como ele vive e, assim, posso orientá-lo em função dos objetos dentro da casa, sabendo o que realmente é necessário. Aconselho sobre o piso, sobre o uso de tapete, explicando o que o paciente precisa ter em casa para atingir o máximo de autonomia”, relata Talita, terapeuta ocupacional.

Além da orientação em casa, o incentivo dos familiares é determinante para a evolução do paciente. “Colocamos uma mesa da altura da cadeira de rodas para que o Mauro possa ler a bíblia ou usar o computador. Sabemos que este é um exercício para as mãos e os braços dele”, conta a esposa Cristina.

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